
A minha respiração é profunda.
"Ele" vem vestido de estrelas e pela mão traz uma criança.
O mar segreda poemas de amor á areia.
E eu quase sinto poder tocar o céu azul.
Não o toco, mas sinto-me tocada por ele.
Sou uma simples mortal.
O meu coração filma o cenário natural e eu não consigo distinguir o que sou eu e o que é a Natureza.
Mas para quê distinguir?
Sinto-me bem.
Quero ficar!
O meu Anjo observa-me, espera um sinal meu para avançar, para me pegar na mão.
Eu sorrio.
O prisma de cor da essência maior inunda-me.
Sinto Alegria e Calma preenchendo as minhas células.
E o Anjo fala-me na sua voz inaudível ao meu ouvido humano, mas verdadeiramente sublime e de beleza maior no meu coração.
E eu, neste intermédio de mar e de céu escuto-o,
Porque é preciso saber escutar,
Escutar com o coração,
E esquecer a voz do ego,
Aquela voz que teima em falar mais alto,
Aquela que se quer fazer ouvir
E apregoa o que julga ser a verdade.
A verdade?
Escuta o teu coração,
Somente no teu coração está a Verdade.
Porque procuras tu desvendar o mistério?
Se o mistério não existe?
Se tudo é tão claro, como um jardim, numa manha de Primavera banhado por um sol radioso.
Para ver esse jardim iluminado, só tens que parar por um momento,
Fechar os olhos físicos e abrir os sentidos da Alma.
Permite-te por um momento que seja escutar a tua essência,
E o que tanto procuras te será revelado.
(borboleta)
"Ele" vem vestido de estrelas e pela mão traz uma criança.
O mar segreda poemas de amor á areia.
E eu quase sinto poder tocar o céu azul.
Não o toco, mas sinto-me tocada por ele.
Sou uma simples mortal.
O meu coração filma o cenário natural e eu não consigo distinguir o que sou eu e o que é a Natureza.
Mas para quê distinguir?
Sinto-me bem.
Quero ficar!
O meu Anjo observa-me, espera um sinal meu para avançar, para me pegar na mão.
Eu sorrio.
O prisma de cor da essência maior inunda-me.
Sinto Alegria e Calma preenchendo as minhas células.
E o Anjo fala-me na sua voz inaudível ao meu ouvido humano, mas verdadeiramente sublime e de beleza maior no meu coração.
E eu, neste intermédio de mar e de céu escuto-o,
Porque é preciso saber escutar,
Escutar com o coração,
E esquecer a voz do ego,
Aquela voz que teima em falar mais alto,
Aquela que se quer fazer ouvir
E apregoa o que julga ser a verdade.
A verdade?
Escuta o teu coração,
Somente no teu coração está a Verdade.
Porque procuras tu desvendar o mistério?
Se o mistério não existe?
Se tudo é tão claro, como um jardim, numa manha de Primavera banhado por um sol radioso.
Para ver esse jardim iluminado, só tens que parar por um momento,
Fechar os olhos físicos e abrir os sentidos da Alma.
Permite-te por um momento que seja escutar a tua essência,
E o que tanto procuras te será revelado.
(borboleta)

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